sábado, 7 de maio de 2011

DIA DAS MÃES

Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro

A comemoração do Dia das Mães reclama na atualidade uma reflexão mais profunda e séria sobre o que é o verdadeiro feminismo e sobre a missão da mulher e da mãe para a família e para a sociedade, pois quem não souber exatamente quem é a mulher nos planos de Deus jamais saberá compreender suficientemente o que é a maternidade em todas as dimensões.
Essa será sempre a missão da Igreja Católica, especialmente num mundo consumista preocupado em 'vender' uma imagem da mulher totalmente desfigurada.  Como ela é Mãe dos homens e Esposa de Cristo Redentor, a Igreja fundada por Jesus Cristo sobre a pedra de Pedro enaltece e destaca no Dia das Mães o gênio feminino tão necessário e primordial para a história da humanidade.
O recente Beato João Paulo II, Papa das famílias e da juventude, mencionou o papel fundamental de Maria de Nazaré para a história dos homens quando interpretou as seguintes palavras saídas da sua boca na Visitação a Isabel. "Grandes coisas fez em mim o Todo-Poderoso" (Lc 1,49). Escreveu o Beato Papa: "Estas se referem certamente à concepção de Filho, que é 'Filho do Altíssimo' (Lc 1,32), o 'santo' de Deus; conjuntamente, porém, elas podem significar também a descoberta da própria humanidade feminina".
Porém, continua interpretando essa afirmação no sentido de enriquecer ainda mais a feminilidade das mães: "'grandes coisas fez em mim': esta é a descoberta de toda riqueza, de todos os recursos pessoais da feminilidade, de toda eterna 'originalidade' da mulher, assim como Deus a quis, pessoa por si mesma, e que se encontra contemporaneamente por um dom sincero de si mesma. (...) Em Maria, Eva redescobre qual é a verdadeira dignidade da mulher, da humanidade feminina. Esta descoberta deve chegar continuamente ao coração de cada mulher e plasmar a sua vocação e a sua vida". (cf. carta Apostólica Mulieris Dignitatem, Beato João Paulo II, 15.VIII. 1988, n. 11)

Fonte Fundação Nazaré

PAPA ABENÇOA BELÉM

Padre Teodoro Mendes Tavares será sagrado bispo auxiliar de Belém, no domingo, 8, em sua terra natal, Cabo Verde


"Antes de mais nada, acho que isso é pura graça de Deus, que me deu dom da vida e da vocação. Não tenho mérito nisso". As palavras são de monsenhor Teodoro Mendes Tavares, que se prepara para torna-se Bispo Auxiliar, e, em breve, ter a missão de junto ao Arcebispo, Dom Alberto Taveira Corrêa, assumir a Arquidiocese de Belém. 

Padre Teodoro, qual a sua expectativa para este momento, dia 8 de maio, em quando acontecerá sua sagração episcopal?
A minha expectativa é a melhor possível. Aguardo com bastante entusiasmo, mas de forma serena e tranquila o dia da minha ordenação episcopal. Trata-se de uma importante celebração eclesial e um momento muito especial na minha vida e vocação. Tudo está sendo bem preparado e essa celebração está sendo bastante divulgada pela comunicação social em Cabo Verde. A cerimônia será inclusive transmitida pela Rádio e Televisão de Cabo Verde, em rede nacional. Creio que será uma grande celebração, com muita gente, de vários países.   
     

Em poucos dias, o senhor será o 4º bispo cabo-verdiano, e o primeiro a ser nomeado para uma diocese estrangeira. Além de ser o primeiro presbítero africano nomeado para uma diocese brasileira em toda a história da Igreja no Brasil. O que tudo isso representa para o senhor?
Antes de mais nada, acho que isso é pura graça de Deus, que me deu dom da vida e da vocação.  Não tenho mérito nisso. Mais ainda reconheço, com gratidão, a confiança que o Santo Padre Bento XVI, Dom Alberto e o todo o episcopado brasileiro depositaram em mim e me acolheram cordial e fraternalmente. Também isto é mais um sinal de que na Igreja ninguém é considerado estrangeiro. Somos todos membros da mesma família de Deus e filhos do mesmo Pai. Tenho consciência de que se trata de um grande desafio e responsabilidade para mim, mas não estou sozinho: confio plenamente em Deus, o qual me acompanha sempre; conto com o apoio e a solidariedade do Santo Padre, do Colégio Episcopal e de todos aqueles que sempre me apoiaram ao longo da minha vocação e missão. Além disso, sei que terei a colaboração indispensável do povo de Deus que irei servir no meu ministério episcopal. 

Muitos leigos e presbíteros da Arquidiocese de Belém viajaram para conhecê-lo de perto em Cabo Verde, e participar desde momento ao seu lado. Fora os preparativos na casa episcopal, em Belém. O que senhor está achando dessa acolhida?
Do empenho dessas pessoas para recebê-lo bem? Estou deveras feliz em saber que a nossa Arquidiocese será alta e dignamente representada na minha ordenação, pelas pessoas que irão a Cabo Verde nessa ocasião. Digo-lhe que abro ainda mais o meu coração para acolher com muita alegria, em minha terra natal, todos os que forem participar da minha ordenação episcopal. O povo cabo-verdiano vai gostar dessa ilustre presença, ainda mais sendo um sinal de manifesto de amizade, apoio e comunhão entre nós. 

O senhor tem mantido contato constante com Dom Alberto. Quais foram suas impressões? E o seu desejo para esse trabalho, que acima de tudo é de parceria pela Igreja em Belém?
Sim, tenho tido contato permanente com o Dom Alberto. Isso me ajuda a conhecer paulatinamente a realidade da nossa Arquidiocese de Belém, além de resolver outros assuntos relacionados com este momento da minha vida. Ele me acolheu muito bem na Arquidiocese, tem sido muito disponível e atencioso. Por estes e outros motivos atinentes, as minhas impressões do nosso Arcebispo, Dom Alberto, são muito boas, diria mesmo, ótimas. 

O senhor já consegue se imaginar como bispo? Já tomou para si a missão? Sinceramente, acho que interiormente sim, mas o processo continua. Tenho consciência da minha missão e assumo-a plenamente. Mas para quem está começando, há uma aprendizagem permanente a ser feita. Tenho certeza que a própria vida e experiência do ministério episcopal vão me ensinando a ser bispo, como aconteceu em relação à minha vida e ministério presbiteral.  

Qual o santo ou personalidade que o senhor admira?
Pessoalmente, tenho grande admiração pelas pessoas de bem, por aqueles que lutam por um mundo melhor e ajudam os outros a viver uma vida digna e feliz. Não faltam exemplos de pessoas generosas e solidárias, que amam ao próximo desinteressadamente e procuram fazer do bem a sua bandeira! Essas pessoas não serão esquecidas, pois nos inspiram e contagiam com seus belos exemplos… Mas eu me identifico mais com os santos da nossa Igreja. Os santos também foram todos aqueles que, como Jesus, o Santo por excelência, passaram pelo mudo fazendo o bem, deixando-nos o exemplo de fé, de vida e santidade. 

Fonte Fundação Nazaré

quarta-feira, 4 de maio de 2011

VISITA DE N. S. DE NAZARÉ







A visita de N. S. de Nazaré na Paróquia Coração Eucarístico de Jesus, foi um marco de graça que os paroquianos receberam. Pedimos a proteção e as bençãos de N. S. de Nazaré para nossa missão de evangelização.